NOITE DE AUTÓGRAFOS- EM JACAREÍ!


Você não pode perder!

Ah o Amor! Quem nunca suspirou pelos cantos por um grande amor ou da mesma forma chorou pela falta dele? Eu te convido através deste livro a adentrar os ENCANTOS e dissabores que perpassam este universo!!!!

A noite de autógrafos será no restaurante Minha Mãe Fazia! Lugar de gente feliz e comida gostosa! O restaurante estará funcionando normalmente oferecendo comidas saborosas e saudáveis! Vem com a gente!

AMAR É SEMPRE SER VULNERÁVEL




Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez até mesmo se partir. Se quiser ter certeza de manter seu coração intacto você não deveria entregá-lo a ninguém, nem mesmo a um animal. Envolva-o cuidadosamente nos seus próprios hobbies em seus pequenos luxo, evite qualquer outro envolvimento. Guarde-o na segurança de seu esquife, do seu egoismo, mas nesse seu esquife seguro, sem movimento, sem ar, ele vai mudar, ele não vai se partir, mas vai tornar -se indestrutível, impenetrável, e irredimível. A alternativa a uma tragédia ou pelo menos ao risco de uma tragédia, é a condenação de si mesmo. O único lugar além do céu onde pode-se  estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e perturbações do amor é o próprio inferno. 

C. S LEWIS- Os quatro amores

A PIPA E A FLOR


Quem me conhece sabe o quanto gosto do trabalho deixado por Rubem Alves...
Ele tinha um jeito tão delicado e sensível de tratar assuntos importantes. 
Para os mais apressados pode parecer apenas estórias para crianças, contudo como ele mesmo disse um dia, as estórias foram escritas para todos, principalmente para a criança interior que mora em cada um de nós! 
Conhece alguma relação tipo a Pipa e a Flor? Daquelas que vão aos poucos tirando nossa liberdade, vão "encurtando a linha" até que não podemos mais voar?  Você já foi ou é como algum desses personagens? Vale a pena refletir! Deixo aqui essa estória...

Era uma vez uma pipa...

O menino que a fez estava alegre e imaginou que a pipa também estaria. Por isso fez nela uma cara risonha, colando tiras de papel de seda vermelho: dois olhos, um nariz, uma boca...

Ô pipa boa: levinha, travessa, subia alto...
Gostava de brincar com o perigo, vivia zombando dos fios e dos galhos das árvores.
- “Vocês não me pegam, vocês não me pegam...”
E enquanto ria sacudia o rabo em desafio.
Chegou até a rasgar o papel, num galho que foi mais rápido, mas o menino consertou, colando um remendo da mesma cor.
Mas aconteceu que num dia, ela estava começando a subir, correndo de um lado para o outro no vento, olhou para baixo e viu, lá num quintal, uma flor. Ela já havia visto muitas flores. Só que desta vez os seus olhos e os olhos da flor se encontraram, e ela sentiu uma coisa estranha. Não, não era a beleza da flor. Já vira outras, mais belas. Eram os olhos...

Quem não entende pensa que todos os olhos são parecidos, só diferentes na cor. Mas não é assim. Há olhos que agradam, acariciam a gente como se fossem mãos. Outros dão medo, ameaçam, acusam, quando a gente se percebe encarados por eles, dá um arrepio ruim elo corpo. Tem também os olhos que colam, hipnotizam, enfeitiçam...
Ah! Você não sabe o que é enfeitiçar?!

Enfeitiçar é virar a gente pelo avesso: as coisas boas ficam escondidas, não têm permissão para aparecer; e as coisas ruins começam a sair. Todo mundo é uma mistura de coisas boas e ruins; às vezes a gente está sorrindo, às vezes a gente está de cara feia. Mas o enfeitiçado fica sendo uma coisa só...
Pois é, o enfeitiçado não pode mais fazer o que ele quer, fica esquecido de quem ele era...

A pipa ficou enfeitiçada. Não mais queria ser pipa. Só queria ser uma coisa: fazer o que a florzinha quisesse. Ah! Ela era tão maravilhosa! Que felicidade se pudesse ficar de mãos dadas com ela, pelo resto dos seus dias...
E assim, resolver mudar de dono. Aproveitando-se de um vento forte, deu um puxão repentino na linha, ela arrebentou e a pipa foi cair, devagarzinho, ao lado da flor.

E deu a sua linha para ela segurar. Ela segurou forte.
Agora, sua linha nas mãos da flor, a pipa pensou que voar seria muito mais gostoso. Lá de cima conversaria com ela, e ao voltar lhe contaria estórias para que ela dormisse. E ela pediu:

- “Florzinha, me solta...” E a florzinha soltou.

A pipa subiu bem alto e seu coração bateu feliz. Quando se está lá no alto é bom saber que há alguém esperando, lá embaixo.
Mas a flor, aqui de baixo, percebeu que estava ficando triste. Não, não é que estivesse triste. Estava ficando com raiva. Que injustiça que a pipa pudesse voar tão alto, e ela tivesse de ficar plantada no não. E teve inveja da pipa.
Tinha raiva ao ver a felicidade da pipa, longe dela... Tinha raiva quando via as pipas lá em cima, tagarelando entre si. E ela flor, sozinha, deixada de fora.
- “Se a pipa me amasse de verdade não poderia estar feliz lá em cima, longe de mim. Ficaria o tempo todo aqui comigo...”
E à inveja juntou-se o ciúme.
Inveja é ficar infeliz vendo as coisas bonitas e boas que os outros têm, e nós não. Ciúme é a dor que dá quando a gente imagina a felicidade do outro, sem que a gente esteja com ele.
E a flor começou a ficar malvada. Ficava emburrada quando a pipa chegava. Exigia explicações de tudo. E a pipa começou a ter medo de ficar feliz, pois sabia que isto faria a flor sofrer. 
E a flor aos poucos foi encurtando a linha. A pipa não podia mais voar.
Via ali do baixinho, de sobre o quintal (era essa toda a distância que a flor lhe permitia voar) as pipas lá em cima... E sua boca foi ficando triste. E percebeu que já não gostava tanto da flor, como no início...
Essa história não terminou. Está acontecendo bem agora, em algum lugar... E há três jeitos de escrever o seu fim. Você é que vai escolher.
Primeiro: A pipa ficou tão triste que resolveu nunca mais voar.
- “Não vou te incomodar com os meus risos, Flor, mas também não vou te dar a alegria do meu sorriso”.
E assim ficou amarrada junto à flor, mas mais longe dela do que nunca, porque o seu coração estava em sonhos de vôos e nos risos de outros tempos.
Segundo: A flor, na verdade, era uma borboleta que uma bruxa má havia enfeitiçado e condenado a ficar fincada no chão. O feitiço só se quebraria no dia em que ela fosse capaz de dizer não à sua inveja e ao seu ciúme, e se sentisse feliz com a felicidade dos outros. E aconteceu que um dia, vendo a pipa voar, ela se esqueceu de si mesma por um instante e ficou feliz ao ver a felicidade da pipa. Quando isso aconteceu, o feitiço se quebrou, e ela voou, agora como borboleta, para o alto, e os dois, pipa e borboleta, puderam brincar juntos...
Terceiro: a pipa percebeu que havia mais alegria na liberdade de antigamente que nos abraços da flor. Porque aqueles eram abraços que amarravam. E assim, num dia de grande ventania, e se valendo de uma distração da flor, arrebentou a linha, e foi em busca de uma outra mão que ficasse feliz vendo-a voar nas alturas.



SEGREDO- música de Tiago Grulha


Deixa eu contar pra vocês
Eu não o tenho segredo do amor
E duvido que alguém encontrou
A cartilha pra nunca errar
deixa eu contar pra vocês
Não esperem a tal perfeição
Não machuquem o seu coração
prometendo o que não podem dar

Amar é cuidar, querer bem
É saber o valor de um abraço
É querer que o sorriso de alguém
te acompanhe em todos os passos
Amar é escolher perdoar
É ouvir conversar, estar perto
E que Deus abençoe esse lar
que não falte carinho e afeto



(tão lovely que vale a pena compartilhar!)


Como conseguir perdoar? - parte 2


Quando uma situação
desagradável acontece, quando alguém “pisa na bola” temos algumas opções a
escolher. Podemos virar a cara e ficar eternamente magoados, podemos culpar uns
e outros pelo ocorrido, podemos ainda fingir que nada aconteceu e seguir em
frente ou podemos nunca seguir.
 
Acompanhe conosco o desfecho desse programa! "Consultório de família"  na Tv Novo Tempo, o canal da esperança!

VAMOS FALAR SOBRE PERDÃO?




Assim como o amor, o perdão não é apenas um sentimento, mas uma decisão. E como é difícil decidir perdoar.
Quem nunca cometeu um deslize que atire a primeira pedra. Um compromisso desmarcado de última hora, uma palavra grosseira que feriu o coração de alguém, uma promessa quebrada, uma traição... Acompanhe conosco! Falamos sobre esse assunto no programa "Consultório de família"  na Tv Novo Tempo, o canal da esperança!


"ELA RESOLVE"



Durante muito tempo tentei esconder minha profissão. Quando as pessoas me perguntavam sobre isso eu logo respondia “trabalho na área da saúde” quando elas insistiam eu tentava, “trabalho na prefeitura, com promoção de saúde” para os mais curiosos detalhava “faço grupos, dinâmicas, nosso objetivo é prevenir doenças, levar informação, orientação” e quando não tinha mais jeito mesmo respondia com certo pesar, “sou psicóloga”.
O receio em dizer logo de cara o que faço profissionalmente se dá a maneira como algumas pessoas encaram os psicólogos e a psicologia. Há quem diga que psicólogo não serve para nada. Há quem insiste que psicólogo é coisa de gente louca. Há ainda aqueles que pensam que os psicólogos por serem OS loucos estudam psicologia para se curar e há aqueles que acreditam que os psicólogos leem pensamentos, possuem uma VARINHA MÁGICA, uma BOLA DE CRISTAL, por isso sabem de tudo sobre todos, são especialistas em solucionar os problemas da humanidade como um Super-homem ou mulher-maravilha. E ai daquele psicólogo que demonstra ansiedade, insegurança, enfrenta uma depressão... esse não é um bom profissional!
Antes de qualquer coisa somos HUMANOS. Insegurança, ansiedade, depressão, medo, raiva, tristeza, gripe, dor de cabeça, ira, são coisas de gente que sente, gente que vive, gente que pensa e gente que PERCEBE o mundo ao seu redor com uma certa dose de sensibilidade.
Supor que quando pegamos nosso diploma não enfrentaremos coisas desse tipo é também dizer que o pastor ao se formar não mais cometerá erros ou pecados. É exigir que um médico nunca mais fique doente depois de receber seu diploma em medicina. Isso é uma utopia.
Sinto vontade de chorar quando vejo gente linda na minha frente relatando o que fez nos últimos dias para tentar se matar. (Não choro, pois assim não ajudaria muito, mas a vontade está lá) Tenho vontade de usar tudo que aprendi na defesa pessoal contra aquele que abusou sexualmente de uma criança ou adolescente mesmo este “abusador” sendo outro adolescente (nesses casos tratamos os dois como vítimas). Tenho vontade de levar para casa a menina que se prostitui com apenas 14 anos cujo sonho é acordar pela manhã e ter um café preparado pela mãe que não lhe dá atenção, ela só queria isso!
Muitas crianças encaminhadas para o psicólogo não precisariam estar lá caso tivessem pais dispostos a exercer o seu papel. Muitas mulheres não precisariam estar na terapia caso tivessem maridos que compreendessem suas aflições. Muitos homens não teriam um infarto ou cometeriam suicídio caso sua masculinidade não fosse colocada à prova por ele dizer o que sente e por derramar lágrimas algumas vezes. Muitas dificuldades de aprendizagem se resolveriam se os pais fizessem o dever de casa com seus filhos e depois brincassem um pouco com eles antes de afundar no sofá para relaxar em frente à televisão. Mas muitas dessas pessoas não querem assumir as responsabilidades de escolhas que um dia fizeram e ENCAMINHAM seus filhos, esposas, colegas de trabalho na esperança que os psicólogos resolvam seus problemas. NÃO RESOLVEMOS! Não desse jeito...
Antes que você se desespere e pense que isso invalida uma classe de trabalhadores, uma ciência e profissão digo, não resolvemos tudo SOZINHOS. VOCÊ PRECISA FAZER A SUA PARTE! Não tenho como ir até sua casa cozinhar para sua filha, não posso colocar o que você deve comer no seu prato, nem escolher o que compra no supermercado. Não consigo te visitar a noite, não posso ler para seu filho antes que ele pegue no sono. Isso é você quem tem que fazer!
Por estar de fora de uma situação posso te ajudar a ver as coisas por outro ângulo criando uma nova perspectiva, resignificando fatos, posso ouvir sem te julgar e isso por si só já é terapêutico. Posso fazer você resgatar uma consciência e uma motivação escondidas por aí no meio dessa bagunça toda que se tornou seu coração. Não estou a todo momento ao seu lado para indicar como deve reagir aos seus relacionamentos interpessoais, mas posso te ajudar a refletir sobre eles. É um pouco disso que faço profissionalmente e um pouco de quem sou.
Eu sou a Ana, tenho 1,64 de altura, peso 50 kg, não consigo carregar você no colo, tampouco colocar o peso dos problemas do mundo nas costas! Minha profissão? Psicóloga. Nem por isso sei de tudo, não tenho solução para tudo, mas caso precise claro que você pode me procurar, farei o melhor que puder por você, me comprometo a estudar aquilo que não sei, estarei ao seu lado, mas não SOU você. Tenho meus limites e SUA parte é você quem precisa fazer!
Finalizo com a indagação do meu amigo Freud...

“QUAL A SUA RESPONSABILIDADE NA DESORDEM DA QUAL VOCÊ SE QUEIXA?”
Pense nisso